quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Ovulando e cantando e seguindo a canção


Tem um livro da Maria Mariana (é, aquela mesmo da série Confissões de Adolescente) chamado “Confissões de Mãe”. Um dia eu estava em um dos meus lugares favoritos no mundo todo, na livraria, e foi just like this: olhei, gostei, levei. Nele, a autora conta a história de cada um dos seus filhos, desde antes do nascimento. É simples, coisa de mãe.
Às vezes me dá essa vontade louca de ver isso acontecer logo comigo (deve ser por isso que eu não tenho mais namorado.. haha) mas logo essa vontade passa.... por enquanto. Como uma garota de 24 anos pode explicar esse sentimento? Não pode. Assim como qualquer sentimento.
Eu só sei que ele vem, e que é gostoso.
Mas calma aí, não é nada que eu queira pra agora, sabe.
Engraçado como as coisas são. Quem me conhece há algum tempo, sabe que a última coisa que eu queria era isso, me casar e ter filhos. Eu disse a última? Não, nem a última.
Alguém, que não é mãe, nem pai me fez ver como isso é uma coisa linda e eu comecei a repensar sobre isso. Não é que me apaixonei pela ideia?
E eu não desisti de nenhum sonho para poder sonhar esse. Ainda vou fazer a pós, quero muito seguir a carreira acadêmica e construir minha familinha.
Uma vez ouvi uma pessoa fantástica me dizer mais ou menos assim: “não é que você não queria, só não tinha achado a pessoa certa para estar com você nisso”.
Confesso que hoje já não penso nesse projeto com tanta freqüência, e tenho meus motivos, mas ele está em stand by, aguardando um ingrediente essencial.

Principalmente porque agora é hora de pensar em mim... Como um todo.

3 comentários:

Rosana disse... [Responder comentário]

Gostei desse final aí...

Miloka disse... [Responder comentário]

acho que esse sentimento vem com a idade e o amadurecimento de cada um.. quem teve a chance de se proteger de uma gravidez indesejada, e chega na idade que estamos, começa pensa nisso.. aliás, não nascemos para sermos sozinhos..
nascemos, por essencialidade, para passar nossa genética para frente.
grosseiramente falando, é lógico.
agora, em plena idade de melhor condicionamento para carregar um bebê na barriga, que coincidência pensarmos isso!
o cérebro sabe de coisas que ninguém pode imaginar.. ele calcula nossa vida!

lu trevejo disse... [Responder comentário]

Todas as escolhas são válidas.
Todas trazem alegrias e tristezas.
Siga seu caminho, passe pelas encruzilhadas no momento certo, e saberá para qual lado seguir.
Adorei seu blog e vou te seguir.
Bjoss